Festa Junina

08/06/2008

 

 

 

 


Escrito por Anete, Fernanda às 12h18
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História da Festa Junina e tradições

Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões

 

Origem da Festa Junina 

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho.

Outra versão diz que está festa tem origem em países Europa e, portanto, seriam em Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. 

Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais. 

 

 


Escrito por Anete, Fernanda às 12h14
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Como é a Festa Junina no Brasil



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Escrito por Anete, Fernanda às 12h01
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O FOGO DA VIDA E DA PURIFICAÇÃO

 

Também perduraram, desde os tempos imemoriais, os costumes de acender fogueiras e tochas, que livravam as plantas e colheitas dos espíritos maus que poderiam impedir a fertilidade.

 

A festa de São João está também, diretamente relacionada com o elemento "fogo". Analisando mais a fundo o simbolismo deste elemento, chegaremos a seus vários aspectos.

 

O fogo é criação, nascimento, luz original, alegria e elemento que foi divinizado pelo homem. Este, submerso nos mistérios da noite, alegra-se quando seus olhos se abrem para a luz do dia, iluminados pelos raios benéficos do Sol. Mas o fogo também é destruidor, já que tudo queima e incinera. Esta ambivalência foi rapidamente observada pelos nossos antepassados que fizeram do fogo uma representação do bem e do mal.

 

O fogo, portanto, é princípio de vida, revelação, iluminação, purificação, mas também paixão e destruição. Dá a vida, mas volta a tirá-la e transforma-a em cinza.

 

As fogueiras de São João, que queimam atualmente, na noite de 23 de junho (véspera da festa de São João), eram no começo, fogos de fertilização e purificação que se acendiam no dia do Solstício de Verão, na Europa (21 de junho), justamente antes das colheitas, em honra aos deuses para agradecer as suas bondades, ou imediatamente depois, para purificar a terra.

 

As festividades de São João, portanto, celebram a vida, o Sol, o fogo transformador que consome o velho para criar algo novo.

 

 


Escrito por Anete, Fernanda às 11h48
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DOS DEUSES PAGÃOS À SÃO JOÃO BATISTA....

 

O mês de junho, época de Solstício de Verão na Europa, ensejou inúmeros rituais de invocação de fertilidade, necessários para garantir o crescimento da vegetação, fartura na colheita e clamar por mais chuvas. Estes rituais eram expressões que foram praticadas pelas mais diferentes culturas, em todos os tempos e em todas as partes do planeta.

 

O espetáculo das grandes mudanças que nos oferece a natureza sobre a face da terra, sempre impressionou o homem e levou-o a meditar sobre suas causas, efeitos e transformações.

Em certo estágio de desenvolvimento, acreditou ele, estar em suas mãos os meios de evitar uma calamidade em potencial e que podia interferir, apressando ou retardando a marcha das estações pela arte da magia. Com este pensamento fixo, passou a realizar rituais e a proferir palavras mágicas para o sol brilhar, os animais se multiplicarem e a vegetação ou colheita desenvolver-se.

 

No decurso de mais algum tempo, porém, acabou por convencer-se que o crescimento e a decadência da vegetação e as alterações das estações, assim como a vida e a morte de qualquer criatura viva, dependiam da força e da vontade de seres divinos. Sendo assim, a velha teoria mágica das estações, foi complementada com uma teoria religiosa.

 

Mas, mesmo associando estas transformações às suas divindades, achou que através de certos ritos mágicos, poderia dar uma ajuda ao seu deus, que era o princípio da vida na luta contra o princípio contrário, a morte.

 

As cerimônias que realizava para alcançar este objetivo, não passavam de representações dramáticas dos processos naturais que desejava favorecer.

 

Não obstante, os dois lados da vida, o vegetal e o animal, não estavam dissociados na mente daqueles que realizavam estes cerimoniais. Em verdade, eles acreditavam que existiam profundos laços que uniam o mundo vegetal ao animal e em funções disso, combinavam a representação dramática do renascimento das plantas a união dos sexos, objetivando estimular ao mesmo tempo e com um único ato, a multiplicação dos frutos, dos animais e dos homens. Para eles, o princípio da vida e da fertilidade, fosse animal ou vegetal era uno e indivisível.

 

 Alimento e filhos era o que os homens procuravam obter com a realização de ritos mágicos para regular as estações. Estes rituais de fertilidade, sendo muito importantes para todos os povos, perduraram através dos tempos e na "Era Cristã" não houve como apagá-los. E, a Igreja Católica, inteligentemente, ao invés de condená-los, adaptou-os as comemorações do dia de São João, que teria nascido em 24 de junho, dia do solstício.


Escrito por Anete, Fernanda às 11h37
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O CAIPIRA

 

   O caipira é um tipo humano de uma determinada região. Sua vida simplória, sua falta de instrução e por vezes, até falta de higiene, são fatores hereditários que tornaram-no uma figura característica do interior paulista. Mas como qualquer tipo humano, ele possui belíssimas tradições que chegaram até nós através de gerações.

  

Acreditamos que nas festas juninas o caipira aparece como uma figura deturpada, o que tornou-o extremamente cômico, próximo de um palhaço, talvez por pura falta de conhecimento da verdade que representa sua figura. A imaginação jocosa não vê as qualidades e virtudes que possui, frente às condições desfavoráveis do seu viver.

 

CASAMENTO CAIPIRA

 

      

    A cerimônia de casamento caipira é uma manifestação realizada durante os festejos juninos, principalmente nos dias dedicados a São Pedro.

 

Dependendo da região e estado do Brasil o Casamento Caipira é conhecido também por outros nomes como Casamento Matuto e Casamento na Roça.

  

 O Casamento Caipira é uma paródia às cerimônias tradicionais.

  

 O cerimonial é precedido de um grande cortejo pelas ruas da cidade, onde os principais personagens da representação são: a noiva grávida, o noivo, o delegado, o padre, os pais dos noivos, padrinhos, etc.

  

O enlace caricaturado se desenvolve em meio à fugas do noivo, as indecisões da noiva e ameaças por parte dos pais, vigário e o delegado.

  

Os textos apresentam uma linguagem libidinosa e os sermões contém forte conotações crítico-sociais. Após a celebração do casamento, inicia-se a quadrilha.


Escrito por Anete, Fernanda às 10h29
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01/06/2008

   AS FOGUEIRAS 

     

   As fogueiras juninas merecem uma consideração à parte. A de Santo Antonio é quadrada. A de São João, redonda.

 

A de São Pedro, triangulO festeiro escolhido para comandar os festejos de qualquer um dos santos de junho deve escolher um bom Capitão de mastro e um bom Alferes de bandeira, os quais organizarão a fogueira, tratarão da implantação do mastro para a bandeira e mandarão confeccionar (onde ainda não existir) a própria bandeira.

  

É adequado, também, fincar-se um pau-de-sebo no local da festa, para diversão dos jovens. A fogueira centraliza a festa. 

 

  


Escrito por Anete, Fernanda às 16h37
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Danças Juninas

Quadrilha

Também chamada de quadrilha caipira ou de quadrilha matuta, é muito comum nas festas juninas. Consta de diversas evoluções em pares e é aberta pelo noivo e pela noiva, pois a quadrilha representa o grande baile do casamento que hipoteticamente se realizou.

Esse tipo de dança (quadrille) surgiu em Paris no século XVIII, tendo como origem a contredanse française, que por sua vez é uma adaptação da country danse inglesa, segundo os estudos de Maria Amália Giffoni.

A quadrilha foi introduzida no Brasil durante a Regência e fez bastante sucesso nos salões brasileiros do século XIX, principalmente no Rio de Janeiro, sede da Corte. Depois desceu as escadarias do palácio e caiu no gosto do povo, que modificou suas evoluções básicas e introduziu outras, alterando inclusive a música.


Escrito por Anete, Fernanda às 16h14
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SÃO PEDRO

Pedro é outro santo que nasceu com nome diferente. Chamava-se Simão, ou Simeão. Nascido em um vilarejo pagão na Galiléia, levou a vida como pescador na cidade de Carfanaum, até que, junto com seu irmão André, foi convocado por João Evangelista para fazer parte do grupo mais próximo de seguidores de Jesus Cristo.

Simão era um dos apóstolos preferidos de Cristo, que admirava sua liderança firme e lhe deu o nome de Pedro (Petrus), que significa pedra, rocha. Justificando isso, Jesus teria dito: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".

Dizem que Pedro viveu muitos anos após a morte de Jesus Cristo, dedicando sua vida à pregação das palavras de seu mestre pelo Império Romano, tanto na Palestina quanto em Antióquia. Por esse motivo e por sua proximidade com Cristo, ele é considerado fundador da Igreja Católica Romana. Contam algumas versões que Pedro foi executado em Roma quando tinha 64 anos.

Porteiro do céu

O povo vê São Pedro como o "porteiro do céu", o manda-chuva e o padroeiro dos pescadores. A presença dele na tradição oral portuguesa e brasileira é constante. Quando começa a trovejar, as crianças sempre ouvem dizer que "é a barriga de São Pedro que está roncando" ou que "São Pedro está mudando os móveis do céu de lugar". E, quando chove mesmo, "é São Pedro que está lavando o chão do céu".
Na Bahia e em comunidades pesqueiras do Ceará, São Pedro é comemorado em alto-mar, com uma procissão em meio às ondas. No cortejo em frágeis jangadas artesanais, os fiéis pedem proteção aos céus. A imagem do santo, que também é pescador, é colocada em um andor e vai navegando pelo litoral. Depois do cortejo, os pescadores participam de uma missa campal na beira da praia.

 

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Escrito por Anete, Fernanda às 15h49
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Referencias:

 http://www.terra.com.br/criancas/festajunina/

http://www.terra.com.br/culinaria/saojoao/index_fj.htm

http://www.terra.com.br/culinaria/saojoao/index_fj.htm

 

 http://www.rosanevolpatto.trd.br/festajunina.htm

 

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0221b.htm

 

http://www.clicfilhos.com.br/site/display_materia.jsp?titulo=Fa%E7a+uma+festa+junina+na+sua+casa

 

 


Escrito por Anete, Fernanda às 15h35
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